

Segundo levantamento realizado no mês de abril, o Índice de Infestação Predial (IIP) do Aedes Aegypti em Salvador passou de 1,8% (janeiro/2018) para 2,7%. Logo, de cada 100 imóveis visitados, aproximadamente três apresentaram focos do mosquito.
O estudo revelou ainda que os depósitos eleitos pelo mosquito estão dentro dos domicílios em objetos como baldes, tonéis e outros utilizados para armazenamento de água. O LIRAa também mostrou que o número de áreas com alto risco para epidemia das doenças transmitidas pelo Aedes no município passou de 10 para 14 bairros. O bairro de Fazenda Coutos, com cerca de 10,1% foi o que teve maior índice de infestação. Por outro lado, Brotas com 0,7%, apresentou o menor indicador da cidade.
Apesar do aumento da infestação, Salvador ainda tem apresentado queda no número de casos confirmados de dengue, zika vírus e chikungunya. Os dados da Secretaria de Saúde apontam que entre janeiro e abril deste ano, 704 casos de dengue foram notificados contra os 1.075 do mesmo período do ano passado. Em relação à zika, o registro foi quase quatro vezes menor, com 36 suspeitas de infectados até abril contra 135 no ano anterior. Já para chikugunya, são 29 ocorrências sob suspeita conta 118 notificações nos primeiros quatro meses do ano passado.
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