
O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) teve que aumentar a produção de vacina contra febre amarela por conta do surto. A quantidade, que era de R$ 4 milhões mensais, passou a ser de R$ 9 milhões de doses por mês, capacidade máxima. O instituto afirmou que a produção da vacina contra caxumba, rubéola e sarampo chegou a ser afetado por conta da priorização pela vacina contra febre amarela, mas que a população não sentirá o impacto. "A população não foi afetada por essa priorização temporária, visto que as doses necessárias foram compradas no mercado internacional para atender à demanda nacional", informou, em nota. O Ministério da Saúde divulgou em um boletim, na última segunda (30) que há 120 casos confirmados da infecção. Já foram registradas 51 mortes no País e 623 casos estão sendo investigados.
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