A Justiça concedeu nesta terça-feira (12) a quebra do sigilo telefônico da mãe e do padastro do menino Joaquim Pontes Marques, de 3 anos, encontrado morto no rio Pardo, em Barretos (SP), no domingo (10). A criança estava desaparecida em Ribeirão Preto desde a última terça-feira (5). A mãe da criança, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, 29, e o padastro Guilherme Raymo Longo, 28, são os principais suspeitos do crime, segundo a polícia. De acordo com o delegado responsável pelo caso, do DIG (Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto), Paulo Henrique Martins de Castro, a polícia vai analisar se a mãe do garoto tinha conhecimento do que envolveu a morte da criança. "Vamos analisar se ela sabia, se tinha conhecimento do ocorrido e não tomou nenhuma providência. Estamos analisando o inquérito", disse Castro à Globo News.
Imagens de câmeras de segurança, depoimentos da mãe da criança e rastros feitos por um cão farejador colocam o marido da psicóloga e padastro de Joaquim como principal suspeito do crime. O casal está em prisão preventiva e deve ficar detido por 30 dias em Ribeirão Preto, cidade onde aconteceu o crime. A polícia descartou a causa da morte por afogamento, por não ter encontrado água nos pulmões de Joaquim, mas investiga a hipótese de ele ter recebido uma superdosagem de insulina, pois era diabético. (Uol)
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