A medida gerou protestos. O procurador de Justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Rômulo Moreira, crítico ferrenho do prefeito ACM Neto (DEM), voltou a disparar contra o demista por causa da medida.
“Acabei de tomar conhecimento que a Prefeitura de Salvador está notificando moradores do percurso da nossa maior festa cívica, o 2 de Julho, para proibir a fixação de faixas e cartazes com manifestações. P****, mas o Dois de Julho é sinônimo de liberdade. Será que o Prefeito não estudou isso no ensino médio? Inacreditável como vivemos tempos autoritários. Certamente, um dia isso tudo vai passar, para o nosso sossego”, escreveu em seu perfil no Facebook.
No documento emitido pela secretaria, no dia 29 de junho, está descrito: “considerando a realização do evento Dois de Julho, fica ciente da proibição da exibição de publicidade ou mensagem na fachada do imóvel, a exemplo de faixas, banners, cartazes e etc; sob pena de multa e apreensão”.
O subsecretário da Sedur, José Sérgio Guanabara, explicou que não há invasão de propriedade nem perseguição política. “Não há nenhum tipo de invasão ao privado. O direito que se tem é da sua própria residência. A legislação trata de veiculação de informações para o logradouro público. Ou seja, tudo que for exibido da fachada da residência com visualização para o logradouro público é preciso ter licenciamento da secretaria”, afirma.
(BNews)
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