
A Justiça Federal arquivou nesta sexta-feira (3), a representação da defesa da ex-presidente Dilma Roussef contra o empresário Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez e delator da Lava Jato. Segundo a defesa de Dilma, Otávio teria prestado falso testemunho em delação ao citar um pagamento para a chapa Dilma-Temer como sendo propina. Em depoimento, ele afirmou que o diretório nacional do PT recebeu uma doação de R$ 1 milhão que foi repassada para a chapa, mediante acerto de propina.
No entendimento do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, não houve intenção do delator e sim uma “interpretação superficial de dados do TSE apresentados, o que ensejou, por sua vez, uma resposta imediata, que embora equivocada, fora objeto de retratação”, assinala o procurador da República Filipe Andrios Brasil Siviero.
Posteriormente, foi divulgado que o referido pagamento de R$ 1 milhão da Andrade foi, na verdade, para o diretório do PMDB. Diante da divergência de informações, o empresário foi ouvido novamente e afirmou que a contribuição de R$ 1 milhão feita ao diretório do PMDB foi voluntária, sem nenhum caráter de irregularidade. (Bahia.ba)
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