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Recém-nascido morre no Hospital Luís Argolo, “Eu vi meu filho chorar, estava bem...quero saber o que aconteceu” disse a mãe

Uma mulher grávida foi para sala de parto, viu o bebê chorar e depois soube que a criança havia morrido. Essa é a triste história de Daiane Rosa, moradora do Bairro São Paulo em Santo Antônio de Jesus. Daiane estava grávida, num tempo de 38 semanas aproximadamente, foi com muitas dores para o Hospital e Maternidade Luís Argolo para ter o bebê, mas ficou internada para realização de alguns exames. “Fiquei nove dias internada, o médico disse que eram normais as dores, fiz ultrassom, vi tudo, a criança estava bem, e no sábado ela nasceu, chorou, estava bem, levaram para o berçário, mas depois chegaram dizendo que meu filho tinha morrido, estava com síndrome de down, com deformações, mas ao enterrar meu esposo não viu nenhuma deformação, enterrou sem ter problema nenhum”, explicou em entrevista a Rádio Recôncavo. Segundo Daiane, o esposo dela foi ao hospital em busca do prontuário, mas ninguém entregou, quando o esposo ameaçou denunciar, eles mudaram de ideia. “Eles entregaram o prontuário, mas não tinha nada por escrito, meu esposo não assinou e rejeitou o prontuário. No atestado de óbito disse que ele nasceu morto, mas mentira porque ele chorou”, disse. Ela relatou ainda que as informações identificando a criança morta não correspondiam a do filho dela. “Na fita que estava na criança tinha outro nome, outro endereço, outra data de nascimento, outro horário. Quero saber se realmente meu filho está morto, porque não duvido que tenha sido trocado. Eu vi meu filho chorar, mas a médica disse que eu estava delirando”, pontuou.  Os pais da criança já informaram a polícia e após o carnaval vão em busca do Ministério Público. “Negaram dar a liberação para fazer a autopsia, procurei o Ministério Público hoje, mas o pessoal tá de férias. Não vou desistir, quero saber o que aconteceu com meu filho, quero uma resposta para isso”, desabafou.
Outra situação:
Uma ouvinte disse que levou a prima grávida na sexta para o Hospital Luís Argolo, mas o médico que estava lá não quis fazer o parto, só no sábado quando o médico plantonista chegou e viu o estado dela levou de imediato para sala de parto e disse que já havia passado o tempo para a criança nascer, “Quase morria a mãe e o filho. isso é um descaso, um absurdo!”, disse. 
(Mg Notícias com informações do Blog do Valente)

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