Os detalhes foram expostos pelo chefe da Polícia Civil local, Antônio Barros, e o delegado especial à frente do caso, Marceone Ferreira Jacinto.
Já passaram pelo caso cinco delegados e mais de 80 pessoas prestaram depoimento, além das perícias realizadas. No início das investigações surgiu a informação de que o suspeito era um morador de rua e ex-presidiário. A polícia negou a suspeita e passou a adotar o sigilo na apuração.
Beatriz Mota foi morta com 42 facadas na noite de 10 de dezembro de 2015. O corpo dela foi encontrado no interior de uma sala de material esportivo desativada na quadra onde era realizada a festa de formatura do ensino médio no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. O estabelecimento é um dos mais tradicionais de Petrolina. A irmã mais velha de Beatriz, que cursava o ensino infantil, era uma das formandas e o pai delas, professor de inglês na escola. A família mora em Juazeiro, interior da Bahia.
O Disque Denúncia oferece agora R$ 10 mil por informações que levem ao autor do brutal assassinato.
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