
Após analisar traduções de documentos na antiga Mesopotâmia, pesquisadores da Anglia Ruskin University, no Reino Unido, descobriram que evidências de estresse pós-traumático podem ser rastreadas até 1300 a.C. Segundo pesquisadores, provavelmente, a condição é tão antiga quanto a civilização humana. As evidências foram encontradas em relatos de soldados que afirmavam estar sendo visitados por "fantasmas que enfrentaram em batalha", o que foi interpretado como equivalente à hoje chamada de desordem por stress pós-traumático. Em entrevista a BBC o professor Jamie Hacker Hughes, psicólogo clínico e ex-consultor do Ministério da Defesa, disse que, por muitas vezes, a primeira menção à desordem foi reconhecida como tendo sido descrita pelo historiador grego Heródoto. Ao se referir ao guerreiro Epizelus durante uma batalha em 490 a.C., ele escreveu: "De repente, ele perdeu a visão de ambos os olhos, embora nada o tivesse tocado". Mas os novos relatórios apontam que as evidências mais antigas da desordem.
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