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A Agência Nacional de Vigilância Sanitåria (Anvisa) retoma na próxima semana o debate que pode excluir o canabidiol da lista de substâncias proibidas e reclassificå-lo como medicamento. A reunião da diretoria colegiada estå marcada para a próxima quarta-feira (14).
De acordo com a Anvisa, serĂŁo discutidos tambĂŠm os critĂŠrios e procedimentos para a importação de produtos a base da substância em associação com outros canabinĂłides, por pessoa fĂsica e para uso prĂłprio.
Na primeira reunião do ano, os diretores da agência devem avaliar a atualização de dados cadastrais relativos ao funcionamento de empresas, e a transferência de titularidade de registro de produtos sujeitos à vigilância sanitåria em decorrência de operaçþes societårias e operaçþes comerciais.
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Outra pauta trata da proposta de regulamento que estabelece os requisitos de boas pråticas para o funcionamento dos serviços de diagnóstico por imagem, que utilizam equipamentos emissores de radiação ionizante na årea da saúde.
Serå analisada a proposta de regulamentação para adequação do registro de lågrimas artificiais e lubrificantes oculares, alÊm de regras para o controle de agentes clareadores dentais classificados como dispositivos mÊdicos.
A participação do público na reunião Ê aberta e os pedidos de manifestação devem ser encaminhados em atÊ dois dias úteis antes da data da reunião para o e-mail:dicolpublica@anvisa.gov.br.
No ano passado, a Anvisa simplificou os trâmites necessĂĄrios para a importação de produtos Ă base de canabidiol, por pessoa fĂsica e para uso prĂłprio. Com a mudança, a documentação entregue pelos interessados tem validade de um ano, sendo necessĂĄria apenas a apresentação da receita mĂŠdica a cada novo pedido de importação.
O Conselho Federal de Medicina autorizou neurocirurgiþes e psiquiatras a prescrever remÊdios à base de canabidiol para crianças e adolescentes com epilepsia, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito.
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