
A África do Sul passa por seu período de “inferno astral” no esporte. Na última semana, o país perdeu o corredor Mbulaeni Mulaudzi, vítima de um acidente de carro na sexta-feira, e o goleiro Senzo Meyiwa, assassinado por bandidos que tentavam assaltar sua namorada no domingo. E, para completar a série de tragédias, a boxeadora Phindile Mwelase, de 31 anos, morreu no último sábado após ser nocauteada por Luz Butler em um combate no dia 10 de outubro, em Pretória.
Os médicos submeteram Mwelase a uma cirurgia para conter um coágulo no cérebro da pugilista peso meio-leve. A morte foi anunciada pelo ministro do esporte do país, Fikile Mbalula, na última terça-feira.
- É uma semana muito difícil para o esporte do país - disse o político, referindo-se as mortes.
A família de Phindile Mwelase, que era chamada de "Garota Zulu”, recebeu as condolências do presidente da república Jacob Zuma.
- Ela estava provando que uma mulher também pode fazer sucesso no boxe - disse Jacob Zuma.