Foi realizada na manhã desta segunda-feira (8), na Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP), a apresentação dos acusados do sequestro e assassinato do advogado Ricardo Andrade Melo, de 37 anos, em abril deste ano. De acordo com a Polícia Civil, que prendeu os acusados através do Comando de Operações Especiais (CEO), Paulo Roberto Gomes Guimaraes Filho, conhecido como Paulinho Mega, e Arivan de Almeida Moraes foram os autores do crime. O pai de Paulinho Mega, o senhor de 66 anos, Paulo Roberto Gomes Guimarães, também foi preso por suspeita em participar do caso, mas ainda não foi confirmado.
Paulinho Mega foi preso no centro de São Paulo na noite da última sexta-feira (5) e trazido para Salvador numa operação conjunta entre as policias baiana e paulista. Durante a apresentação, o acusado confessou participação no sequestro do advogado, mas negou ter matado ou dado a ordem para execução da vítima. Segundo ele, foi esquematizado junto com seu comparsa Arivan somente o sequestro, pois precisava do dinheiro para fugir do Brasil, por conta da condenação de 22 anos de prisão devido a um latrocínio anteriormente.
Em depoimento ao delegado Cleandro Pimenta, Paulinho afirmou que viajou para São Paulo com o seu pai, que não sabia de nada, 48 horas depois do sequestro e a vítima ficou no cativeiro, localizado dentro da fábrica Bahia Palet, em Castelo Branco, com Arivan. Da capital paulista, teria feito o contato com a família do advogado para pedir o dinheiro do resgate, que inicialmente seria R$ 300 e posteriormente pretendia alcançar R$ 2 milhões.
Paulinho Mega foi preso no centro de São Paulo na noite da última sexta-feira (5) e trazido para Salvador numa operação conjunta entre as policias baiana e paulista. Durante a apresentação, o acusado confessou participação no sequestro do advogado, mas negou ter matado ou dado a ordem para execução da vítima. Segundo ele, foi esquematizado junto com seu comparsa Arivan somente o sequestro, pois precisava do dinheiro para fugir do Brasil, por conta da condenação de 22 anos de prisão devido a um latrocínio anteriormente.
Em depoimento ao delegado Cleandro Pimenta, Paulinho afirmou que viajou para São Paulo com o seu pai, que não sabia de nada, 48 horas depois do sequestro e a vítima ficou no cativeiro, localizado dentro da fábrica Bahia Palet, em Castelo Branco, com Arivan. Da capital paulista, teria feito o contato com a família do advogado para pedir o dinheiro do resgate, que inicialmente seria R$ 300 e posteriormente pretendia alcançar R$ 2 milhões.
Durante a apresentação, Arivan se manteve calado, sem falar com a imprensa. Mas, de acordo com Pimenta, o acusado contou que deu uma paulada na cabeça do avogado e em seguida jogou o corpo na cisterna, próximo ao cativeiro. Os autores do crime se conheceram durante cumprimento de pena em um penintenciária no Mato Grosso.