Após falir, a DalPonte (fábrica de calçados) fechou as portas no início de 2013 e deixou uma grande dívida com mais de 700 funcionários. Em entrevista à Recôncavo, o ex-funcionário Nil Santiago contou que começou a trabalhar na empresa em 2011 e saiu em 2013. Segundo ele, a empresa lhe deve 3 meses de salário, duas férias e FGTS. "Desde 2008, a empresa recolhia o FGTS e não depositava", disse, completando que espera receber da DalPonte aproximadamente R$ 6 mil. Durante o período em que trabalhava na fábrica, os funcionários faziam paralisações de advertência, com o apoio do Sintracal, mas nada adiantava. Agora, ex-funcionários da DalPonte de Muritiba, Ubaíra e Santo Antônio de Jesus estão passando por situações difíceis devido ao atraso salarial e não pagamento do FGTS. Nil acredita que se a empresa vendesse seus bens, como as máquinas da sede de Santo Antônio de Jesus, seria possível a quitação da dívida com os funcionários, contudo, segundo ele, os bens da empresa estão bloqueados por causa de uma dívida bancária.
Redação Voz da Bahia - Bruna Leal
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