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Obesidade cresce nas classes C, D e E no Brasil e é considerado problema de saúde pública

Obesidade cresce nas classes C, D e E no Brasil e é considerado problema de saúde pública

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Obesidade cresce nas classes C, D e E no Brasil e é considerado problema de saúde pública
Dados do Ministério da Educação revelam que mais de 50% da população estão com sobrepeso, sendo que cerca de 23% são passíveis de cirurgia, ou seja, já estão em uma situação que necessitam de intervenções médicas mais eficazes para reverter a situação, a exemplo da cirurgia bariátrica. A pesquisa mostra ainda que há uma maior incidência de obesidade nas classes C, D e E.



Com a proximidade do Dia Mundial de Combate à Obesidade, que acontece nesta sexta-feira (11), o cirurgião bariátrico e diretor do Núcleo de Obesidade Mórbida do Hospital da Bahia (HBA), Marcelo Zollinger, fez um alerta sobre o impacto que a obesidade tem na qualidade de vida do paciente. “A obesidade traz com ela uma série de comorbidades, como a diabetes tipo 2, a apneia do sono, hipertensão arterial, infarto do miocárdio e AVC. O paciente tem a vida ainda encurtada por conta dessa sequência de problemas que podem vir junto com a doença”, explicou.


O HBA ainda chama a atenção para a importância do mundo inteiro ser alertado sobre a necessidade de se combater a obesidade, “um problema já considerado de saúde púbica”. Neste sentido, a unidade de saúde destaca que o Dia Mundial de Combate à Obesidade  vem ganhando cada vez mais importância, uma vez que as populações de diversos países vem registrando um aumento de pessoas obesas.



Para Zollinger, o Dia Mundial de Combate à Obesidade é importante para chamar atenção para toda a carga que afeta o paciente para além da questão física. “A questão laboral, do bullying, da estigmatização social são aspectos que também mostram a necessidade de combater a obesidade”.  Sobre a maior incidência nas classes C, D e E, o médico observa também questões econômicas e culturais que envolvem a doença. “A proteína é cara e o carboidrato é mais barato. Esse é um ponto que tem relação com esse aumento da incidência da obesidade junto a classes menos favorecidas”, detalha.

BN

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