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Com feridas abertas após câncer e sem dinheiro para tratamento, moradora de Varzedo pede ajuda, “Estou sofrendo muito”

Com feridas abertas após câncer e sem dinheiro para tratamento, moradora de Varzedo pede ajuda, “Estou sofrendo muito”

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Com feridas abertas após câncer e sem dinheiro para tratamento, moradora de Varzedo pede ajuda, “Estou sofrendo muito”
Moradora de Varzedo pede ajuda para tratamento de saúde. Luciene Silva Souza foi diagnostica com câncer de mama, após quatro meses que fez quimioterapia e radioterapia, o local ficou vermelho e ardendo. “Falei com a médica que eu estava sentindo queimando o local e ela disse que não é nada demais. Depois de dois meses apareceu uma ferida e foi aumentando. Fui ao médico e ele pediu para fazer a biopsia e marcou a cirurgia. Não deu mais câncer, mas ocorreu necrose. Ao todo fiz quatro cirurgias para retirar a carne necrosada e chegou até a costela”, disse ao repórter Tino Alves. Segundo ela, as dores são intensas. Neste mês completa 1 ano que Luciene vive esse drama. Sem poder realizar procedimento cirúrgico por conta das feridas abertas nas costelas e tórax, Luciene pede ajuda da população para custear o tratamento com medicamentos, além de contas para pagar. “Estou sofrendo muito, por dentro está tudo queimado, não aguento deitar, tenho que colocar bolsa de gelo nas costas e só posso deitar em uma posição só. Tomo remédio muito caro, só a pomada que uso custa R$ 80 e nem dá para fazer curativo. Estou afastada do trabalho, estava recebendo pelo INSS, mas agora não depositaram meu dinheiro, não sei o motivo, estou morando de aluguel, e precisando de ajuda para me manter”, frisou. Amigos e familiares organizaram uma campanha nas redes sociais para ajudar Luciene. Para contribuir você pode depositar qualquer quantia para a conta poupança da Caixa Econômica em nome de Maurício Souza dos Santos. AG: 4661 OP: 13 C/P: 18705-1. Já no dia 18 de novembro será realizado um leilão na Praça da Estação em Varzedo. “Única coisa que não perco é minha fé, tenho apoio da minha família, amigos e assim que consigo viver. Já perdi tantas colegas com essa doença e fico com medo de morrer porque eu tenho um filho de 14 anos, e ele me pergunta se eu vou morrer e eu digo que não porque Deus não vai deixar. Quem puder me ajudar com qualquer coisa, dinheiro, oração”, disse emocionada.

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